Renda Fixa

Faça pelo seu dinheiro o que a poupança não faz.

Conheça nossas opções em Renda Fixa e descubra como investir com mais rentabilidade e menos riscos.

Ninguém quer escolher um produto que rende menos.

Se você está começando a investir ou prefere não correr riscos com as suas aplicações, a Renda Fixa pode ser uma ótima alternativa. Isso, porque este tipo de investimento segue indicadores econômicos, como IPCA e CDI, e tem o percentual de retorno adotado já no momento da aplicação. Ou seja, a rentabilidade é predeterminada.

Invista em Renda Fixa e faça seu dinheiro render de verdade.

Investir não precisa ser só um plano. Conte com a Genial e comece agora.

Principais dúvidas sobre Renda Fixa.
Qual a diferença entre rentabilidade líquida e rentabilidade bruta?
Este deve ser o maior ponto de atenção para o investidor na hora de definir o produto de Renda Fixa em que deseja investir. Certos títulos no mercado de Renda Fixa possuem isenção de I.R. na fonte. O investidor sempre tem que comparar os rendimentos líquidos de cada aplicação e quanto ele vai receber no bolso, descontando custos e impostos.
Como funciona a remuneração em Renda Fixa?
A remuneração depende do tipo de título investido, podendo ser de três formas: prefixada, você já sabe o rendimento no momento da compra; pós-fixada, o rendimento está atrelado a um percentual de indexador, normalmente Selic ou CDI, por isso, seu rendimento acompanha a variação daquele indexador; e híbrida, o rendimento está atrelado à inflação e a um “spread” no momento da compra.
O que é “spread”
É o prêmio ou rendimento adicional sobre um determinado indexador que pode estar atrelado ao título de Renda Fixa.
Quais os custos para investir em Renda Fixa?
Na Genial, a taxa de custódia para registrar seus investimentos é 100% gratuita. Títulos Públicos, CDBs, Debêntures, Letras de Câmbio e Letras Financeiras seguem o modelo de tributação regressiva. Os demais, LCI/LCA, CRI/CRA e Debêntures Incentivadas (Lei 12.431), são isentos. O IOF será cobrado apenas se for feito o resgate antes do período de 30 dias da aplicação. Só será possível manter a isenção sobre o I.R. caso precise vender seu título antes do prazo estipulado no mercado secundário.
Mercado primário X mercado secundário.
Mercado primário é o momento da emissão do título, quando os emissores recebem o dinheiro, e os investidores recebem o título. Já o mercado secundário é quando os investidores negociam títulos já emitidos com outros investidores, com intermediação de uma instituição financeira. Os títulos de Renda Fixa podem ser livremente negociados no mercado secundário. Para isso, basta ter um outro agente interessado em comprar/vender. Quando você compra ou vende no mercado secundário, seu rendimento pode ser diferente do que foi pactuado na emissão. A Genial conta com uma mesa de negociação ativa, na qual você encontra boas oportunidades de comprar/vender seu título.
Data de carência e data de vencimento em títulos de Renda Fixa, qual a diferença?
Esta é uma das principais dúvidas do investidor de Renda Fixa. Quando ultrapassa a data de carência, você pode vender o ativo. Já a data de vencimento é quando a aplicação é encerrada e você recebe a remuneração combinada no momento da contratação. Lembre que, normalmente, em CRIs, CRAs e Debêntures, não há um prazo de carência indicado. Entre em contato com o assessor de investimentos para conferir esta possibilidade.
Existe um valor mínimo para começar a investir?
Cada investimento tem suas regras, taxas e condições, por isso é difícil mensurar um valor. Agora, se você pretende investir com pouco capital, o Tesouro Direto pode ser uma ótima alternativa, já que, com apenas R$ 30,00, é possível fazer uma aplicação.
O que garante a proteção do FGC?
Apesar de as chances serem mínimas, caso a instituição financeira que lançou o título venha a falir, o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) se responsabiliza para que você recupere até R$ 250 mil (por CPF e por instituição financeira), e no agregado de até 4 instituições financeiras (cada uma no limite individual de R$ 250 mil).
O que é risco de mercado?
Quando um título é emitido, ele conta com condições adequadas para aquele momento. Se as condições de mercado (economia, juros ou inflação) se alterarem durante a vigência do seu investimento, o valor do seu título poderá ser alterado, e você poderá ter ganhos ou perdas caso venda seu título antes do vencimento.
O que é risco de crédito?
É quando o mercado cobra pelo risco hipotético de um emissor conseguir “repagar” o que você emprestou na data do vencimento. Por exemplo: o governo brasileiro é considerado o melhor risco de crédito do mercado, e seus títulos negociam a taxa livre de risco (a mais baixa). Porém, existem outros emissores que possuem ótimas classificações de risco de crédito, inclusive apontadas por agências independentes de rating, que emitem seus títulos com um spread sobre os títulos do governo. Na Renda Fixa, quanto melhor for o risco de crédito do emissor, menos ele rende, e vice-versa.
O que é rating?
É a nota que emissores recebem das agências de rating pela probabilidade de pagarem seus títulos nas datas pactuadas. Cada agência de risco tem sua classificação, mas a mais alta seria AAA, ou equivalente, e a mais baixa seria D, na qual o emissor não possui condições de honrar seu título no montante e nas condições originais.